quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Canção inspirada no Teatro Vicentino

Era um dramaturgo
Nasceu em Guimarães
Viveu muito tempo
Em Évora e Lisboa.

Foram tantas as obras escritas
Foram coisas surrealistas
Era músico, actor, encenador
Era um grande trabalhador.

REFRÃO:
Teatro Vicentino
Reina Gil Vicente
Aqui em Portugal todos ficam contentes
Conquistou o mundo
Com obras diferentes!

Havia duas barcas
 A do Céu e a do Inferno
Todos queriam o Paraíso
O Diabo adiava isso.

Os Quatro Cavaleiros e o Parvo
Entram na Barca da Glória
Numa espécie de Purgatório
Todos os outros para o Inferno.

REFRÃO:
Teatro Vicentino
Reina Gil Vicente
Aqui em Portugal todos ficam contentes
Conquistou o mundo
Com obras diferentes.

REFRÃO:
Teatro Vicentino
Reina Gil Vicente
Aqui em Portugal todos ficam contentes
Conquistou o mundo
Com obras diferentes.

Original da música: “O conquistador

Trabalho realizado por: Andreia Reis, Bruna Lemos, Carina Teixeira, Cátia Freitas, Cristiana Gomes, Filipa Pinto, Jéssica Silva, Maria Pereira, Mónica Rocha, Tânia Esperança do 9D.

Poemas de Natal por Cristiana Gomes

Debaixo da minha árvore
O meu presentinho ficou
Com fitinhas e lacinhos
Bonito se tornou
A meia pendurada
Com doces se encheu
Quem será que foi?
De certeza que não fui eu.




Cá de dentro a olhar
A neve a cair
As estrelas a brilhar
E a lua a reluzir
De uma maneira tão silenciosa
Cobre-se a casa com brancura
E sente-se a ternura
De uma noite gloriosa



Lareira acesa e chocolate quente
Num quentinho acolhedor
Não se torna aborrecedor
Receber toda a gente

Música a tocar
Luzinhas a piscar
Pai Natal a chegar
E presentes a rasgar




Nariz frio e entupido
Mãos roxas e geladas
Roupas sujas e rasgadas
Assim se passa
O Natal de um mendigo

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Poemas de Natal por Bruna Lemos

Natal é sinónimo de magia
Por todo o Mundo                    
É quando os sinos espalham euforia
E abrimos as prendas num segundo

Não quero ser má, nem desmancha-prazeres
Só acho que o Natal não é apenas lazeres
É ajudar os outros e ser solidário
E dar aos pobres a roupa que temos no armário

É ser solidário, também amigo
É ajudar os pobres
É dar um abrigo
Fazer actos nobres

Dá o que podes
Comida, casa, dinheiro
Ajuda os pobres
Não desperdices o que tens no mealheiro

Dá aos outros carinho
E talvez um cantinho
E também amor e alegria
Neste dia de magia

É dia de Natal

   É dia de Natal. As crianças levantam-se da cama num só salto e correm descalças pelo chão frio e húmido. Gritam com uma voz suave e alegre: “é Natal, é Natal”, dirigindo-se para a janela para ver a neve cair lá fora. As mães chamam-nas para irem ajudar a fazer todos aqueles doces maravilhosos para a noite de Natal.
    Num abrir e fechar de olhos surge um aroma a rabanadas, a bolo-rei, a aletria e mesmo a champanhe!...
    Levanto-me, também, num pulo, visto roupa colorida, calço uns sapatos divertidos e saio de casa para ir comprar prendas . Depois de muitas compras, feitas com o maior carinho, dirijo-me para casa …
    Chega o jantar e a família junta-se na mesa grande da sala, onde há uma enorme árvore de natal com muitas bolas e fitas coloridas, juntamente com um presépio coberto de musgo e figuras de barro. A lareira fica acesa toda a noite, para aquecer o ambiente, até que chega o momento de abrir todas as prendas e  ir dormir, para no dia seguinte brincar com os presentes novos.

Postal de Natal

Conto de Natal

     Era uma vez uma menina chamada Rita, que adorava escrever. Um dia os seus pais abandonaram-na e ela foi viver para a rua. Teve que deixar a escola e praticamente tudo, menos o seu caderno.
    Mesmo estando abandonada, sozinha e triste, não parava de escrever.
    Havia uma senhora chamada D.Ana que todas as manhãs lhe deixava comida para o dia inteiro. Rita estava desiludida por causa daquilo que os seus pais lhe fizeram, mas feliz porque havia uma senhora que se preocupava com ela e a ajudava.
    Era Inverno e Rita passava as suas noites debaixo de um coberto perto de um prédio onde não apanhava chuva.
    O Natal aproximava-se e o sonho de Rita era ter uma casa, uma família e ser feliz.
    D.Ana que lhe dava comida, uns dias antes do Natal, falou com a sua família acerca da menina. Queria que ela estivesse feliz, e por isso queria dar-lhe um abrigo e uma família.
    A família de D.Ana, não hesitou e aceitou, deixando a Rita muito feliz.    Com os textos que Rita escrevia, D. Ana quis fazer um livro para depois lhe oferecer no Natal. Rita, com o livro, conseguiu fazer algum dinheiro, pois muitas pessoas o compraram por curiosidade (tudo o que lhe tinha acontecido e a sua infância triste, era aí contado) e está feliz com a sua nova família.
     Foi o melhor Natal da Rita!

Natal a chegar!

O Natal está a chegar
E as pessoas vão começar
Prendas comprar
Para os seus filhos dar.

Muitos presentes vai haver
E uma bola, o rapaz quer ter
À menina uma boneca vão dar
Para ela feliz estar.

O Pai Natal já está a andar
E os meninos têm que acreditar
Que ele pela chaminé vai descer
Para crianças acolher.

Na cara um sorriso
Que é preciso
Uma bola e uma boneca
E também uma caneca.

Muitos doces no sapatinho
Perto da lareira ao quentinho
O Natal está a chegar
E a gente animar.

A euforia do Natal

Todos gostam do Natal, principalmente as crianças. Semanas antes já andam a contar quantos dias faltam para o dia maravilhoso de natal.
Muitas já andam a fazer a carta para o pai natal, listas enormes cheias de presentes.
 Andam com um sorriso na cara, alegres à espera que chegue o dia para receber todos os presentes que pediram.
No dia anterior ao natal, andam a preparar os doces, para pôr na mesa, ansiosas para que chegue o dia seguinte.
Á noite põem o sapato perto da lareira, de manhã acordam todos eufóricos correndo para o pinheirinho para abrir os seus presentes que tanto desejavam.
O Natal para muitas crianças é um dia muito feliz.

A realidade

Infelizmente nem todos podemos ter a sorte de ter um Natal em família, com festa, presentes e uma mesa recheada com doces. Para muitos, o Natal nem tem significado, é um dia normal; outros não têm família para o comemorar e há ainda outros que não têm possibilidades para o festejar.
Imagino muitas crianças no mundo tristes, durante o Natal, por não poderem receber um único presente, e ainda outras que têm tudo, mas nem assim se sentem felizes nem satisfeitas, não sabem dar valor ao que têm.
Todos deviam  ter o direito ao Natal, por mais simples que pudesse ser.

Postal de Natal