Debaixo da minha árvore
O meu presentinho ficou
Com fitinhas e lacinhos
Bonito se tornou
A meia pendurada
Com doces se encheu
Quem será que foi?
De certeza que não fui eu.
Cá de dentro a olhar
A neve a cair
As estrelas a brilhar
E a lua a reluzir
De uma maneira tão silenciosa
Cobre-se a casa com brancura
E sente-se a ternura
De uma noite gloriosa
Lareira acesa e chocolate quente
Num quentinho acolhedor
Não se torna aborrecedor
Receber toda a gente
Música a tocar
Luzinhas a piscar
Pai Natal a chegar
E presentes a rasgar
Nariz frio e entupido
Mãos roxas e geladas
Roupas sujas e rasgadas
Assim se passa
O Natal de um mendigo
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